O problema das fronteiras para a segurança pública

O problema das fronteiras para a segurança pública

o problema das fronteiras para a segurança públicaO Brasil possui pouco mais de 16 mil quilômetros de fronteira terrestre com dez países da América do Sul. A grande extensão territorial não recebe vigilância, nem fiscalização adequada e se torna portão de entrada e saída de drogas, armas e produtos brasileiros roubados, além de contribuírem para o aliciamento de menores para o narcotráfico. Todos esses fatores aumentam a insegurança que assola a população brasileira, além de alimentar o mercado brasileiro ilegal de entorpecentes.

O Peru, a Bolívia e Colômbia são os principais produtores de drogas da América do Sul. Desses países, grandes quantidades de armas e entorpecentes são trazidos clandestinamente para cá diariamente, principalmente pelas fronteiras secas e hídricas. Isso, pois, só com a Bolívia, são mais de 750 km de fronteira terrestre e 2.609,3 km por rios. Tamanha é a extensão, isso só com um país, que o combate contra o tráfico é extremamente difícil.

O estado de Mato Grosso faz fronteira com a Bolívia e se tornou o principal estado para a entrada de drogas no país. Existe fiscalização nas faixas fronteiriças, mas cada unidade de polícia, normalmente, é responsável por patrulhar um trecho de 200 km na fronteira.

Ou seja, em um dia, dezenas de contrabandistas conseguem entrar no Brasil com drogas escondidas nos sapatos, camisas e cuecas. Isso sem contar com as estradas clandestinas, trilhas e caminhos alternativos por fazendas da região, que facilitam o tráfico ilegal de drogas, produtos e até pessoas.

O problema das fronteiras para a segurança pública

Essa vulnerabilidade das fronteiras é responsável por aumentar a insegurança nas cidades brasileiras. O tráfico de drogas é o causador de mais de 60% dos roubos e furtos ocorridos no Brasil. O narcotráfico também aumenta o número de crianças e jovens que entram para esse crime em busca de dinheiro rápido e poder, além de contribuir para a exploração sexual infantil.

Foto: Leandro Oliveira / TV Morena

Foto: Leandro Oliveira/TV Morena

Os roubos a veículos brasileiros são intensificados, pois bandidos conseguem transportá-los para países vizinhos para adulterá-los e revendê-los. Uma vez que os criminosos atravessam a fronteira, as chances de recuperar um automóvel roubado são muito baixas.

Foto: DOF/Divulgação

Foto: DOF/Divulgação

O contrabando de produtos, como roupas, calçados e medicamentos, afeta o
comércio das cidades que fazem divisa com os países vizinhos, pois lojistas
não conseguem competir com o baixo preço oferecido pelos contrabandistas.

Foto: eldeber.com

Foto: eldeber.com

E o número de assassinatos no Brasil aumenta, pois como o tráfico de armas e drogas é uma atividade ilícita, a violência é a única maneira que os traficantes possuem para se manterem à frente do mercado desses produtos no país.

O deputado estadual Wancley Carvalho (PV -MT) é o primeiro policial civil a assumir uma cadeira no parlamento estadual em Mato Grosso e tem como uma de suas bandeiras a defesa da segurança pública. Ele coordena o projeto Guarda Mirim em cidades da região oeste do estado, que tem o objetivo de garantir o desenvolvimento pessoal, a qualificação profissional e exercício pleno, responsável e consciente da cidadania de jovens e adolescentes.

Por meio de ações, o Guarda Mirim previne e diminui a violência juvenil, além de manter os participantes afastados da prostituição, das drogas e da criminalidade. Além disso, o programa promove a formação e qualificação dos adolescentes para assumir uma vaga no mercado de trabalho, por meio de leis que trazem esta finalidade são objetivos deste projeto.

Para mais informações sobre como o deputado Wancley Carvalho se preocupa com a segurança pública, acesse o seu portal da segurança pública, ou entre em contato com o seu gabinete, pelo telefone: (65) 3313-6795.

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Arthur Sahib

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